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quinta-feira, 3 de maio de 2012

O 2.ºCEB conheceu Lurdes Breda - talento e simpatia em doses gigantes!

Dia 3 de maio foi dia grande na Biblioteca da Escola Básica de Mira. É que a escritora Lurdes Breda ia finalmente encontrar-se com as turmas do 2.ºCEB! 
Desde a entrada da escola, cartazes avisavam da sua chegada, o cronograma das sessões estava afixado, uma feira de livros, exclusivamente consagrada à sua obra, decorria na biblioteca …
Muitos eram, também, os mimos, que professores e alunos lhe tinham preparado: a biblioteca tinha-lhe dedicado um boletim; o 6.ºD, orientado pelos professores António Miguel (E. Física) e Fernanda Paula Silva (EVT), tinha ilustrado, verso a verso, “Poema da vida” do livro “Para ti, mãe”; deste trabalho, a biblioteca fizera um videoclip para oferecer à escritora; igualmente, com este poema, os professores Calisto Oliveira (EMRC) e Américo Monteiro (EVT), assim como o professor João Rei (E. Musical), tinham feito duas belas canções para interpretar ao vivo; já os alunos do 6.ºB, dirigidos pela professora Isabel Oliveira (E. Musical) tinham encenado uma divertida representação do poema “O Quim Salsaparrilha no Baile da Quadrilha”, do livro “Rap do Mar e outros Contos de Rimar”; por sua vez, o professor Américo Monteiro (EVT) tinha musicado este poema e, juntamente com o aluno do 6.ºD, Francisco Castelhano, ia fazer a sua apresentação ao vivo; finalmente, vários alunos tinham preparado a leitura de poemas, entre eles o António Carvalho, do 5.ºC e o Gonçalo Perdigão, do 6.ºE.
E a festa aconteceu. A escritora entrou na nossa Biblioteca e a manhã chuvosa e fria transformou-se em manhã de emoções.
Em quatro sessões, Lurdes Breda, com a simpatia e a simplicidade que a caracterizam, correspondeu a todas as expetativas, falando demoradamente dos seus livros, respondendo às perguntas dos alunos, vendo, com prazer, os trabalhos que lhe foram dedicados, comovendo-se com as canções apresentadas.
Finda a manhã, ficou aprazada uma sessão de autógrafos de tarde, assim como o contacto informal com os leitores.
Muitos foram os alunos que compareceram.
Lurdes Breda a todos deu autógrafos, em livros e até em folhas de caderno. Com toda a generosidade não fez distinção.
E com toda a estima, essas provas de afeto foram cuidadosamente guardadas, para mais tarde recordar. 


terça-feira, 1 de maio de 2012

A BE receberá Lurdes Breda a 3 de maio

Será já na quinta-feira, dia 3 de maio, que a escritora Lurdes Breda estará entre nós, para um contacto personalizado com as turmas dos 5.º e 6.ºanos.
Visite a feira do livro na biblioteca, inteiramente dedicada à sua obra, e consulte aqui o cronograma dos encontros! 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

5.ª edição da Tertúlia “Conversas ao borralho”


As bibliotecas do agrupamento incluem, no seu plano de actividades, acções abertas à comunidade que promovem o desenvolvimento de todas as formas de cultura. 
Este ano, o património oral inspirou-nos e os “Contos do Mar” serviram de mote à quinta edição da tertúlia “Conversas ao borralho”. 
Para abrir a noite, a escritora Lurdes Breda, rodeada dos seus livros, falou do seu apego ao mar e de como ele marca presença na sua escrita.
Para deleite dos presentes, disse, sentidamente, alguns dos seus poemas, um deles acompanhado à viola por Mestre Alcino, e mostrou-nos um pequeno vídeo, em que crianças cantavam e teatralizavam o seu Rap do Mar. 

Mestre Alcino continuou a tertúlia, com um poema de amor e mar.  
Generosamente, distribuiu nós de marinheiro pelos presentes, todos diferentes, todos magistrais. Terminou com a história da baleia com comichão, uma história imperdível dos tempos em que andava embarcado pelos mares da Terra Nova.
José Craveiro veio a seguir. Com a sua voz serena levou-nos ao fundo das nossas memórias, transportou-nos a épocas em que ouvíamos histórias à lareira. O tempo parou ao ouvi-lo, num encantamento total. 
A encerrar a tertúlia esteve o grupo “Aldeia Velha”. Ouviram-se cinco fados e, por cinco vezes, fomos embalados pelas vozes de Isaura Miranda e António Cainé, a viola baixo de Mário Rua e a guitarra portuguesa de Manuel Sargento. Sentimos, tal como no fado de Alexandre O’Neill e Alain Oulman, o coração a bater, perfeito. 
O público presente não arredou pé até muito tarde.
Alunos, pais, professores no activo e aposentados, funcionários folhearam os livros de Lurdes Breda, pediram-lhe autógrafos, conversaram, cantaram em coro, riram, comoveram-se, tornando as intervenções dos nossos convidados momentos inesquecíveis.
Foi uma noite de emoções. Das que nos reconciliam com a vida. Bem-haja a todos.