quinta-feira, 27 de abril de 2017

Provocar a fantasia

Como os alunos do 6.º B estão a estudar a obra “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, a professora Augusta Pessoa decidiu transformar os alunos em Alices na sessão de hoje do projeto Aprender com a Biblioteca Escolar.
Para tal, os alunos deitaram-se no chão, fecharam os olhos e, ao som de Alma mater, de Rodrigo Leão, começaram por relaxar todos os músculos do corpo e foram depois levados a construir uma história. Já de olhos abertos, numa roda, os jovens criadores contaram as suas narrativas. De seguida, alguns alunos/encenadores escolheram os atores que precisavam para encenar a sua história e, feito o ensaio, apresentaram-se os sketches. No final, ainda houve tempo para fazer alguns jogos de mímica.
E assim o 6.º B deu mais um passinho no caminho da fantasia e da criatividade.


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Evocar o 25 de abril com jardins de liberdade

As turmas de 5.º ano, A, B, C e D, bem como os 6.º D e 6.º E, estiveram na biblioteca escolar e na horta, acompanhados da sua professora de HGP, Filomena Cunha, para uma comemoração diferente do 25 de abril: plantar e semear cravos.
Como motivação inicial, foi passado o vídeo "25 de abril num minuto", da RTP Ensina, foi cantada a canção "Grândola vila morena" e lidas frases ou poemas alusivos, previamente preparados pelos alunos.
Algumas turmas tiveram ainda oportunidade de escutar uma performance do 6.ºA, dirigida pela professora de Educação Musical, Isabel Oliveira, com texto e canto sobre o 25 de abril. 
A finalizar, na horta, visitaram-se os cravos do ano anterior e houve sementeira/plantação de novos cravos no jardim de cada turma.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Um conto, algumas decisões e várias implicações

Sofia Souto Moniz esteve de novo na Biblioteca da ES/3, para dinamizar o conto “A caixa mágica” com o 7.ºD.
Tal como tem acontecido, Sofia leu a narrativa, mudando-a de acordo com as decisões do público, o que várias vezes pôs o protagonista em apuros...
Aconteceu então que os alunos, não contentes com o desenrolar dos acontecimentos, pediram à narradora para voltar atrás e dar outro rumo à história – o que foi possível, pois só algumas situações tinham consequências nefastas.
Ficou provado que, tal como na vida real, más decisões levam a maus resultados e que é preciso ponderar bem antes de agir.